Neste ano.

2016.
Um turbilhão de opiniões sobre este ano. A maioria diz ser um ano maioritariamente mau. Sim, o Trump subiu ao poder, e deixou todo o mundo apavorado, porque o perconceito ganhou a batalha. Muitas lendas da música partiram, mas deixaram nos o que eles mais gostavam, a eterna e bela música. Foi um ano de muita maldade pelo mundo fora.
Mas, não querendo de todo ser egoista, ou não querendo ver o que se passa no nosso mundo. Este ano foi um bom ano.
Cheio de desafios e bons momentos.
Travei novamente uma grande batalha. E saí por cima, vencedora mais uma vez.
A minha vida mudou, e por muito que todos me dissessem que não ia conseguir, eu dei a volta á minha maneira.
Chorei.
Ganhei novas amizades e vivi momentos de pura alegria.
Pedi perdão e perdoei.
Amei.
Ri.
E recebi uma notícia de esperança. Nada melhor do que saber que vem ao mundo mais uma pestinha que amo tanto. Vou ser tia pela segunda vez. E nada me enche mais do isso.
Cresci, por mim e com o meu companheiro de todas as horas.
Terminei ciclos na minha vida, que por muito difícil que seja, trás a esperança de uma nova aventura.
Vivi junto dos que mais amo.
Vi partir alguém que trás saudade, mas que deixou um grande exemplo de vida.
Completei quatro primaveras, com aquele que escolhi para a minha vida. E que amo mais a cada dia que passa.
E não vamos esquecer, que fomos campeões da Europa, que opiniões á parte, deixou-nos a todos com uma alegria contagiosa e orgulho nacional!
Por isso, agarrem neste ano, e como tudo na vida, retirem o melhor de cada momento. Todos nós tivemos algo que fez tudo valer a pena. E é a isso que temos de nos agarrar.
Assim, vamos entrar no próximo ano com um belo sorriso para o receber da melhor maneira!

É ele.

É ele. É nele. Que eu estou. Somos um só, mesmo sendo apenas namorados.
Custa acreditar quando alguém afirma com toda a certeza que algo é para sempre. Ninguém acredita à nossa volta. A não ser que tenhamos alterado o estado civil ou a partilhar uma casa.
Mas eu já partilho uma vida. E sei que sinto-me em casa com ele. Que ele não é a minha metade perfeita, porque perfeição não existe, muito menos entre duas pessoas. Mas já só existo com ele.
Acredito que algumas pessoas fiquem chocadas ou apavoradas quando digo que já não existo sem ele. E não. Já partilhamos demasiado tempo, histórias, desafios, amor e dificuldades. Eu sou dele e ele é meu. Somos novos, mas já vamos conhecendo a vida. E queremos descobrir o resto juntos.
É nele que eu vejo a esperança no final dum dia cinzento. É ele que acalma todas as tempestades. É com ele que os risos se soltam sem controlo. É com ele que me sinto plena. É ele que me prende o olhar todos os dias. É ele a melhor pessoa que conheço. É por ele que me apaixono todos os dias, sem excepção.
Hoje mesmo antes de sair do quente do seu abraço, já sentia que me faltava algo. Continuo a ser eu, independente do resto. Mas sem ele, não sou inteira. É impossível ser. Da mesma maneira que não somos os mesmos sem os nossos, sejam família ou amigos.
Não deixo de ser pessoa, de ser a Marta. A pessoa que sobrevive a maior parte da vida sem este quentinho perto de mim. Mas com ele, vivo, na plenitude da própria palavra.
A ti, um enorme beijinho e bom dia meu amor! 💜

A nossa jornada de estudantes, de pessoas

Deixo me cair na cama. O corpo relaxa e pousa no lençol frio. Os olhos fecham, depois de tanta luta para não o fazerem. A mente vagueia. Pede descanso.
Estou cansada, exausta mesmo. Sonho ainda meio acordada, com o descanso da guerreira.
Perder me nas horas, a olhar para o céu, a sentir o sol a beijar a minha pele, assim como a minha pessoa o faz no meu ombro, a sorrir.
Quero sentir o vento a bater me no corpo, e sentir a minha cabeça vazia. Não pensar em nada. Apenas sorrir com o que tenho, que é tanto.
Preciso de passar tempo com os que amo. E não pensar que deveria estar a fazer outra coisa. Não sentir 'culpa' de não estar com o cérebro a trabalhar, para compreender a mente.
Mas quando caio da ilusão, lembro me que estou a puxar me a este ponto por algo. Por mim, por ele, pela minha família, pelos meus sonhos e por o que amo.
Mas não é fácil, penso muitas vezes em desistir de lutar. E choro, tanto, quando me lembro de todo o esforço que não se vê nos resultados. É injusto. É de perder a esperança. Mas existe sempre aquelas vozes doces, a dizer que estão aqui para nos acalmar, para nos compreender e dar amor. Mas também me dizem, que esta é a nossa jornada, e que isto é a vida.
Num dia destes, a caminho de mais uma prova deste esforço, percebi realmente que nem sempre tudo é como queremos, nem quando queremos. Mas a realidade é que tudo o que acontece não é por acaso. Se o esforço não se vê no imediato, temos de ter esperança e continuar a caminhar de cabeça erguida. Que só assim se pode alcançar a verdadeira sabedoria. Do saber cair, levantar e lutar.
Ainda sinto o cansaço é claro, o meu corpo quer continuar embrenhado nos lençóis, mas o meu Eu, não o quer mais. Quer dar um salto e enfrentar o que vem aí, dando o melhor, e no final o descanso merecido virá.

My soul songs

Reparei num pormenor engraçado hoje, a minha playlist do Spotify está cheia de músicas calmas, um poucos tristes, mas com muita alma. Mas porque será? Eu sou uma pessoa genuinamente feliz, não entendo este meu gosto por algo mais triste e sentido.
Sim, nem toda a gente que me conhece ou me vê na rua acha que eu sou mesmo assumidamente feliz. Não tenho uma cara naturalmente feliz ou simpática, mas de certeza que se falo com alguém essa pessoa vai ser sempre recebida com um sorriso sincero. Falso? Se há coisa que não consigo ser, infelizmente, porque ás vezes é necessário, é ser falsa. Se te sorriu é porque quero mesmo fazê-lo.
Não sou assim desde sempre não. Só há pouco tempo, quando considero que realmente cresci. Claro que crescer não é algo imediato, mas sim um processo. Mas para mim houve aquele "pulo no crescimento".
Desde este momento, já sei aproveitar tão melhor tudo á minha volta. Aproveito cada conversa e retiro um pouco de sabedoria de quem me rodeia. Sei pedir desculpa sinceramente, a quem nunca pensei fazê-lo. Vivo definitivamente cada segundo. Não me queixo tanto da vida, aceito bem e agradeço por tudo o que tenho. Mas sim, há dias realmente maus, ou pelo menos fracções de tempo!
Há dias que nem paciência para mim tenho, quanto mais para alguma outra coisa. Há dores, de todas as formas, que em certos dias são insuportáveis. E há dias que o meu bichinho toma conta de mim, aquele com quem luto há mais de um ano. Mas quando me apercebo disso, sinto me mal. Não parva, porque toda a gente tem dias maus... Mas para quê gastar minutos ou horas em algo que não nos permita aproveitar a vida?!
No final de pensar bem, sim faz sentido todas aquelas músicas. Eu sou alguém que pensa muito sobre tudo, alguém que dá muito sentido a tudo. E por estranho que pareça, nem todas as músicas mais calmas falam mal da vida. Até pelo contrário, são as que dão mais força. Sim faz sentido agora.

Sinceramente acho que não é o primeiro e nem o último post que faço sobre o mesmo tema. Mas por alguma razão é. É porque é uma realidade tão boa, que quero partilha-la de todas as formas. Sim podia me queixar de algumas coisas, mas vale a pena? Umhhh, não. A vida é realmente bonita, não a vamos nós pintar de preto só porque sim.
Vivam e vão ver como tudo muda! :)


Sou uma mulher com curvas, e então?

Uma palavra. Apenas só uma, consegue fazer um impacto na vida de alguém, que nós não temos a minima noção.
Gorda, cheinha, balofa, bolinha, obesa. Todos conhecemos estas palavras certo? Sabemos o seu significado, mesmo sem ter de pesquisar no Google.
E porquê? Porque é uma palavra dita mais vezes do que devia ser.
Todos nós já nos olhámos ao espelho um dia e proferimos uma destas palvras, baixinho. Para dentro de nós.
E porquê? Porque alguém já nos chamou assim também.
Associada a estas palavras estão tantas outras, tantos sentimentos, tantas lágrimas, tanta raiva. Quem nunca o sentiu?

Eu já.
Há 1 ano atrás o meu peso era bem menor. Era mais bonita aos olhos dos outros. Mas não aos meus. Podia estar mais leve, mas o meu estado de espírito nunca tinha estado mais pesado.
Ao longo destes 360 e mais alguns dias, ouvi de tudo. Vi todo o tipo de olhares a percorrerem o meu corpo. De pena, nojo, preconceito. Mas no buraco em que estava a única coisa que via era escuridão.
Hoje tenho curvas! Muitas mesmo, daquelas que ninguém quer ter. E daí?
Eu percorri uma grande jornada para chegar a estas curvas. Saí da escuridão aos poucos. E agora vejo as coisas com mais cor que nunca. Mas se chegar a algum lado, há sempre efeitos colaterais. O meu foi este.
Mas alguns gostam de fingir que se preocupam e dizem nos que estamos gordas. "Devias fazer uma dieta, não?"

Aqueles que realmente se preocupam sabem que tenho o meu corpo percorrido de riscos vermelhos. Sim, são as minhas cicatrizes. E sabes quem tem também estes marcas? A pessoa que tu mais amas na tua vida. A tua mãe.
Sim ela. Que aos teus olhos é quase sempre perfeita mesmo quando não queres admitir. Ela viu o seu corpo mudar, só para te ver nascer. E a ela, chamas lhe estes nomes por isso? Provavelmente não, mas se sim, então pensa bem no que dizes, porque ela fez lo sem pensar duas vezes. Deixou o seu corpo aumentar e ser modificado de todas as formas, só por ti.
E tu? Vais para a rua e deitas abaixo, nem que seja só com o teu pensamento, todas as pessoas que têm estas marcas vermelhinhas. E tu? Não sentes nada, é normal para ti. E a outra pessoa? Não queres saber.

Sim, muitas de nós, as mulher com formas, têm de enfrentar grandes desafios todos os dias. Mas ninguém pára para pensar porque somos assim. Algumas por a sua genética, outras por doenças, sejam físicas ou mentais, e outras porque por todos os problemas e almas vazias que têm na vida, ás vezes têm de se refugiar no efémero conforto de um doce.
Devíamos fazer uma alimentação mais saudável sim. Todos devíamos. Mas pela nossa saúde, se assim o entendermos. Não para te poupar tempo a criticarmo-nos. Cada uma de nós tem o direito de escolher se o quer, quando e como quer fazê-lo. Sem ter de dar justificações a ninguém.

Mas porque realmente, alguém é perfeito? Ou somos cheinhas, ou pau de virar tripas, ou temos borbulhas a mais, ou somos feias, ou somos demasiado oferecidas, ou demasiado santas só pelo corpo com que nos deram, para VIVER.

Eu gosto de mim.
Não, ainda não é o momento de entrar noutra batalha destas, porque a armadura ainda não está pronta, mas quando estiver, aí vou eu apenas porque me preocupo com a minha saúde. Não com o que tu dizes. Porque quando tu olhas para mim e vês curvas a mais, eu vejo a maior curva deste momento, o meu sorriso. No corpo que Ele me deu e a vida modelou. E enquanto gostar de mim, tu não importas.
E tu? Gostas de ti?

O espaço que nos separa?

Um dos assuntos mais polémicos quando falamos de amor. Um dos fatores que mais assusta uma pessoa, em qualquer viagem que faça. Um dos aspetos que mais dói aos universitários, mesmo que não o confessem, e aos imigrantes, aqueles que o admitem a si mesmos.
A distância, o amor à distância.
Se é possível? Bom para mim tem sido uma realidade bem possível.
Fácil? Não, mas o que é fácil num relacionamento?
Eu mesmo assim sou a sortuda que estou só a uma hora e meia, uma chamada, uma mensagem, daqueles que me preenchem o coração.
Mas e na era do romantismo puro, em que o amor e a saudade transbordavam nas cartas que os nossos avós e o resto de antepassados, enviavam pelas mais variadas razões? E as mães e esposas que com os olhos inundados de angústia, acenam aos seus homens que vão para fora a lutar pela vida o nosso país não pode dar? Ou os filhos que crescem com os pais mesmo que com oceano a separá-los? Ou aquele amigo que está mais longe do que gostávamos que estivesse?
Pelas mais variadas razões estas pessoas, que são tantas, não estão apenas a uma hora e meia, nem mensagem ou chamada de distância.
Seja pela falta de meios para viajar, pelo fuso horário que troca as mensagens às horas erradas, ou pelas chamadas que tendem a cair.
Esta é toda uma realidade bem maior.
Mas num namoro, em que o contacto, o diálogo, o tacto, os olhares são formas indespensáveis de conhecer o outro. E são os grandes oceanos que separam duas pessoas apaixonadas.
Claro que comparando com todas as outras histórias reais que falei, alguns quilómetros entre jovens adultos parece algo insignificante.
Mas não é. Porque existe sempre o mesmo factor. A porcaria da distância. Seja ela 10 ou 10000 km. Ela separa corpos. Mas nunca corações.
Então é possivel? É sim e existe solução nas minhas relações, sejam familiares, amizade ou namoro. Nunca deixar a distância separar mais do que dois corpos.


"Sou uma das sortudas confesso..."

"Na realidade desde que me lembro de começar a tornar me mais adulta, posso dizer que sim, sempre soube o quis da minha vida.
Queria ajudar as pessoas, da maneira que mais gosto, através do diálogo e de todas outras formas de comunicação que vêm do coração. Sempre quis mudar para uma grande cidade, para atingir os meus sonhos que eram do mesmo tamanho. E sempre soube que instituição queria que se tornasse a minha segunda casa. 
Curiosamente quando criei o meu primeiro cantinho da escrita, quando era a RaparigaDosOlhosFalantes (que saudades deste nome!) o meu sonho era viver, estar e estudar onde estou. 
Também tinha o sonho de encontrar um príncipe encantado por esta altura, viver com a minha miguita de infância (e conquistar mos Lisboa juntas!), fazer amizades para a vida por aqui, e acima de tudo ter uma família cada vez maior e ser feliz.
Posso dizer que sou tão realizada neste momento! Claro que como tudo na vida, os meus sonhos foram mudando de forma, e de vontade, mas voltaram a ser como sempre foram. 
Sou uma das sortudas confesso. E sim agradeço por isso todos os dias. Cada momento que passei por cima da calçada lisboeta ou vivo uma aula, por estar realmente a aprender sobre a vida. Agradeço. Finalmente aceito que sou a sortuda que tem duas casas, duas famílias, e não sou mais a que quer fugir de uma e refugiar se na outra. Eu sou assim, esta é a minha vida neste momento, e eu não mudaria nem uma vírgula da minha história.
A vida sorriu me tanto até agora que a única coisa que posso fazer, é genuinamente sorrir de volta. Seguir este caminho que Ele escolheu para mim e continuar a lutar por o merecer.
Podem me chamar ingénua, sonhadora, imatura, por pensar desta maneira. Mas... Eu cada dia que saio da porta existe um sol a brilhar, existe uma imensidão azul por cima de mim e uns olhos alegres, mesmo que meio fechados do sono. Como me posso queixar?
Não me foi tudo dado nem oferecido. Mas a vida sim foi me dada, e eu não vou desperdiça-la nem vou passa-la a queixar-me de mínimas coisas que também não estão perfeitas. Simplesmente quero viver! Nunca quis tanto viver, como deve de ser.
Nem todos os dias assim são tão brilhantes claro que não, ás vezes há chuva e há que ter que se abrigar. Mas é aí que os abraços mais quentes do meu amor, as vozes dos pais, os risos dos manos, e as conversas dos amigos sabem ainda melhor. Porque estamos todos aqui uns para os outros, e isso é tão bom. 
Por isso mesmo num dia de chuva, rasga o teu melhor sorriso e com umas galochas, brinca com as poças de água que percorrem o teu chão. Aceita a vida de todas as suas formas, "a vida que segue e não espera pela gente" APROVEITA-A!"

Aqueles amigos, que eu gosto tanto...

Com tecnologia do Blogger.

Apenas sonhos de criança...

  • *Poder ver o LM a singrar no mundo da música tal como merece*
  • *Encontrar a Lea Michele algures na minha viagem á América*
  • *Conhecer o Ethan Peck num passeio em Los Angeles*
  • *Participar no Glee*
  • *Poder apertar as bochechinas do João Manzarra*
  • *Ser entrevistada pelo Daniel Oliveira no Alta Definição*
  • *Visitar New York; Londres; Grécia; Açores*
  • *Voltar a Itália e a Paris*
  • *Lançar um livro dos 6 que já comecei*
  • *Ter amigos verdadeiros para sempre*
  • *Ter sempre a minha família a meu lado*
  • *Nunca me desviar dos valores que os meus "velhotes" me deram*
  • *Ter cachopos para aturar e me aturarem a mim*
  • *Conseguir trabalhar num local que me encha de vontade, todos os dias, para ir trabalhar*
  • *Ter uma pequena casa*
  • *Casar-me para quando for velhinha ter alguém para me aturar*
  • *Ver o pedido de casamento que o meu amor me vai fazer*
  • *Encontrar o amor verdadeiro* - DONE!
  • *Fazer a licenciatura no curso que eu quero e não o que me vai dar emprego*
  • *Entrar para a Universidade com média de 16* - QUASE DONE! :P
  • *Acabar o secundário* - DONE!
  • *Ter um daqueles romances estúpidos de verão* - *Ter um romance de Natal* - DONE!
  • *Ser eu própria*
  • *Ser feliz*
  • *Ver o meu blog a chegar muito longe*

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